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domingo, 12 de junho de 2011

O temor de alguns seres humanos
















A solidão nos tira do censo comum
Onde nos encontramos num estado  
De  auto analise de nós mesmos
Analisando ou filtrando o que fizemos 
De ruim ou algo de bom 
Para alguns ela pode ser valiosa 
E para outros pode ser destrutiva
Em poucas palavras deixo para
Vocês uma reflexão 
Nos encontramos ou estamos perdidos? 

by Helyanay Olinto

Frei Caneca


Um dia vou te encontra como a água e a cede
E sua vontade ira me satisfazer
Nas noites escuras corações se aquecem
Com a ternura de uma chama
Com medo da frieza que os cerca
Com a leve brisa que cai
Se transformando em uma noite
Silenciosa
Onde muitas pessoas tentam
Esquecer o que as aconteceu
Procurando uma
Felicidade que se esconde
Atrás de sentimentos que sempre
Existiram
E sempre se lembram
O que é demais nunca é o
O bastante
Olhares se cruzam
Mas os levam para a mesma Direção
Por linhas
eqüidistastes

by Helyanay Olinto

Frisante 2


Na noite do primeiro encontro

parecia que a as estrelas conspiravam

contra o meu desejo ardente

de te la em meus braços

nunca imaginei de te conhecer

muito menos em te convencer

eu não podia ficar mais tempo a te esperar

mesmo sabendo que você nunca iria voltar

mas ao menos te mostrei de perto

O que existe no meu afeto

esperando uma nova manha

pra mim e pra você

num golpe de satisfação

Jamais pensei em te perder

Em plena terça feira meia noite e um

Seria bom te escrever mais um

Mais uma dessas cartas anti solidão?

Mas tudo que sai é envão.

Vc me dizendo prá esqeçeer nosso passado

e combinando um futuro

seria impossivel naõ pensar que

tudo isso foi apenas desfruto

by: Helyanay

adaptação: Marcel Goom

Alquimista


Indo na contra mao de um coraçao

varios obstaulos grandes armadilhas

que eu nao soube desarmar

muitas pedras e eu tentando garinpar

as vezes lapidando algumas pedras

mas como garinpeiro nao encontrei

nenhuma pedra preciosa

ate pensei que era um grande alquimista

e vc um simples metal

tentei te transforma em uma joia rara

mas tudo parece estar inexplorado

by Helyanay Olinto

Frisante

na noite do primeiro encontro

parecia que a as estrelas conspiravam

contra o meu desejo ardente de te la em meus braços

nada combinado mas tudo já estava traçado

nunca imaginei de te conhecer

muito menos em te convencer

eu não podia ficar mais tempo a te esperar mesmo

sabendo que você nunca iria voltar ao meus braços

mas ao menos pude ver de perto seu olhar e seu sorriso

e só pra te lembrar eu existo!

mas agora estou aqui tomando minha garrafa de frisante

fumando o meu cigarro que me trazem um sensação de tranqüilidade

esperando uma nova manha pra mim e pra você

num golpe de satisfação querendo um balão pra subir

onde ninguém nunca imaginou

eu que sempre tive medo do vento

agora perdi meu medo da chuva agora são exatamente 00:01

numa terça feira uma boa hora pra escrever uma boa frase

anti solidão, mas não consegui

nunca ei de escrever seu nome num papel por que

não será o meu primeiro vacilo

saudade não sentirei jamais por que no meu pobre coração mando eu

ela foi embora pra nunca mais volta, e nem um beijo de adeus

embora eu sei que não estou a beira do caminho esperando alguém passar

já estive escrevendo varias letras mas como essas

nunca foram tão bem colocadas

cada uma em seu lugar , são letras de despedidas

enquanto ela falava do passado ao mesmo tempo me perguntava do meu presente

acho que vou correr atrás do realejo

pra ver como será a minha próxima aventura

enquanto alguns ficam

de braços cruzados esperando por mais um dia de sol

enquanto eu quero bis

eu esperava uma despedida mais frisante

mas não tem importância

foram obras do acaso

ou um flerte fatal

by Helyanay Olinto